segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Três anos se passaram - Lembrando Caso Giovanna dos Reis

Giovanna dos Reis Costa, nove anos, desapareceu em 10 de abril de 2006 e foi encontrada morta dois dias depois em um terreno baldio perto da casa onde morava, em Quatro Barras, Região Metropolitana de Curitiba.
Giovanna tinha sido vitima de estupro e morte por asfixia. A policia pressionada por todos os setores da mídia paranaense sai em busca do autor ou autores do crime. Após várias investigações, os policias já suspeitavam de que a menina teria perdido a vida em um ritual de magia negra, e os acusados foram os ciganos Vera Petrovich de 59 anos, e o filho, Pero Petrovich, 19 anos.

No dia 12 de Abril de 2006 a menina foi localizada dentro de um saco de lixo, nua e amarrada com fios de energia elétrica. No carro de Pero Petrovich, a polícia encontrou vestígios de sangue humano e na casa da família dele, em Curitiba, um envelope com o nome da menina. Na época, em entrevista para o jornal Tribuna do Paraná, os pais de Giovanna estavam convencidos de que os ciganos Petrovich foram os autores do crime. “Para mim foram os ciganos que mataram a minha filha”, afirmou Cristina Aparecida Costa, mãe da criança.
Quando a equipe da Delegacia de Vigilância e Capturas (DVC) trouxe para Curitiba Vera e Pero Petrovich presos em Araçatuba, interior de São Paulo em conjunto com a Polícia Militar daquela cidade, para muitos o caso Giovanna tinha sido solucionado.

A delegada do distrito policial de Quatro Barras e encarregada do caso, Margareth Motta, afirmou que existiam provas suficientes para que os ciganos pagassem pelo crime. “Me sinto com o dever cumprido. Estamos no fim desta história”, declarou ao jornal Tribuna do Paraná. Decorridos mais de três anos da solução do crime, a policia não sabe afirmar se realmente os ciganos foram os responsáveis pelo ato. Mesmo com evidências mais que comprobatórias de que mãe e filho usavam magia negra para matar inocentes em troca de favores do mundo sobrenatural.

4 comentários:

Anônimo disse...

É de se pensar até que ponto o jornalista policial entra em colisão com o verdadeiro policial e algumas vezes não desempenha o papel do mesmo. A pressão pela mídia nesse deve ser analisada como algo positivo? Oras, a própria delegada se viu forçada a ir atrás do casal Petrovich quando o Pero foi solto da delegacia! A delegada voltou atrás após receber muitas criticas da mídia!

Anônimo disse...

bem que todos nois poderia faser uma manifestacao para reelenbrar e faser justica isso nao pode ficar em pune vamos falar mais sobre este assunto achar provas

Saletinha disse...

alda nicolete e percília nicolete, estão defraudando pessoas aqui em sõ paulo e estamos de mão amarradas,estas pessoas mudam nomes efazem oque querem sem punição

Anônimo disse...

Saletinha,

Se a Alda Nicolete que você comenta é a mesma que imagino ("cartomante", "barraqueira", sempre envolvida com casos e pessoas obscuras), ela é, infelizmente, vinha na rua que moro aqui no bairro de Santo Amaro - S.P. A polícia e até o conselho tutelar apareceram vária vezes...